quinta-feira, 5 de setembro de 2013
O Diário de Bulma: O Recado - Por Val Cham
O Diário de Bulma: O Recado - Por Val Cham: Essa Fanfic divertida, na minha opinião ,uma das mais legais que já li é de autoria da Val Cham, uma grande escritora. A Val tem...
terça-feira, 13 de agosto de 2013
O meu o seu e nossos temores - Conhecimento e Poder
O Diário
de Bulma
Capítulo 37
O meu o seu e nossos temores
Por Kami! Pobre de mim.Eu não
entendo o porquê que sempre me deixam sozinha em situações como essa. Já me bastou em Namekusei quando
Kuririn e Gohan me abandonaram para irem atrás dos lunáticos que trabalhavam
para Freeza, inclusive do próprio Vegeta... Aqueles caras horríveis... Oh!Agora, Vegeta havia me deixado sozinha
para ver quem era o ladrão que roubara a sua caça.
Quando percebemos que não
estávamos a sozinhos, Vegeta ficou irritado e também notei que havia nele um
certo tipo de excitação. Ele então olhou para mim sério e disse:
- Por que não senti o ki desse
verme? Por mais que uma criatura seja fraca e insignificante, sempre há um ki.
Respondi um pouco confusa,
receosa e com medo da nova situação que nos encontrávamos:
- Ora. Pode ser alguém que assim
como você e os outros saiba esconder o ki. Não acha Vegeta ?
Sem olhar para mim, observando a
entrada da floresta à nossa frente onde antes eu ouvira o barulho do galho seco
sendo pisado ,ele disse meio frenético, talvez tentando entender o que estava
acontecendo ali:
- Hunf! De qualquer forma irei verificar.
- Dessa, Vegeta saiu voando me deixando no vácuo, indignada, sensação que logo
passou a ser um estado de mau humor e raiva em relação às coisas que acontecem
comigo. Como ele pôde ter me deixado sozinha?
Eu entrei na casa com medo, sem saber o que fazer. Pensei em várias possibilidades do que essa pessoa poderia estar fazendo ali, justamente no planeta em que Vegeta afirmou não ter mais ninguém.
Eu entrei na casa com medo, sem saber o que fazer. Pensei em várias possibilidades do que essa pessoa poderia estar fazendo ali, justamente no planeta em que Vegeta afirmou não ter mais ninguém.
Sem ter alguma noção das horas, fiquei
sentada em uma poltrona, pensando coisas horríveis. Entenda diário, sou uma
linda garota traumatizada. Eu não sei por que ainda estou viva. Passei por
tantas coisas que já poderiam ter me matado. E se fosse algo terrível?
Estava pensando que se alguma coisa
ruim estivesse acontecendo ali e se caso eu viesse a sobreviver, ainda teria
que enfrentar a aparição dos androides na terra. Nesse emaranhado de
negativismo e medo comecei a sentir uma angústia profunda e uma depressão caiu
sobre mim. O calor do planeta ia se dissipando à medida que o tempo passava.
Meus sentidos haviam mudado de uma forma estranha a qual eu nunca havia
experimentado antes. Tentado me livrar dessa energia sinistra que já estava
ficando mais que esquisita, comecei a fazer cálculos de cabeça em voz alta, como uma louca:
“número
quântico; (b) raio da órbita do elétron; (c) momento angular do elétron; (d)
momento linear do elétron; (e) velocidade angular do elétron; (f) velocidade
linear do elétron; (g) força sobre o elétron; (h) aceleração do elétron; (i)
energia cinética do elétron; (j) energia potencial; (k) energia total.(43 - 76)
(a) 1; (b) 5,31 x 10-11 m; (c) 1,01 x 10-34 J.s; (d) 1,98 x
10-24 kg
m/s; (e) 4,1 x 1016 rad/s; (f) 2,18 x 106 m/s; (g) 8,15 x 10-8 N; (h) 8,95 x
1022 m/s2; (i) 13,6 eV; (j) -27,2 eV; (k) -13,6 e V...
"Certo!Certo! Isso está certíssimo
. Isso, eu sou um gênio, não é mesmo? He...He...He...Está certo.Eu nunca erro,
eusinha nunca erro.Sou um gênio,linda e inteligente, dinâmica, empreendedora,
sofisticada...”
Até onde eu me lembre, fiquei
repetindo isso muitas vezes soltando uma espécie de risada nervosa. Notei que quando
comecei a calcular,calcular e calcular, a sensação que tive era de que se eu
parasse , minha genialidade iria embora para sempre e esse pensamento quase me
matou.Então, em um desespero que no momento parecia ser sem sentido, comecei a
fazer outro cálculo : “módulo
do momento angular orbital de um elétron num estado l = 3...Não!Não! Eu não consigo!Eu não consigo...”
Então
diário, o que ocorreu depois foi a coisa mais assustadora que aconteceu em toda
a minha vida: eu não conseguia mais raciocinar como o gênio que sou.É como se meu
QI houvesse desaparecido. Entrei em choque e desespero. A única coisa que a
minha mente conseguia assimilar era o fato de que tudo pra mim havia acabado.
Mas tudo tem uma explicação e eu chegarei lá.
Isso foi algo terrível e não aconteceu
só comigo. Muitas coisas estranhas estavam começando a surgir.
Finalmente me dei conta de que horas
haviam passado depressa. Me lembro de Vegeta ter chegado de repente com uma
cara assustada.
Ele olhou pra mim e disse:
- Bulma!Está acontecendo algo aqui.
Eu não disse nada, na verdade, eu o ouvia
e não o ouvia, pois estava em estado de choque e não conseguia raciocinar
direito. Sei que me sentei em um canto qualquer, encostei-me na parede e abracei os meus joelhos .Ele
voltou a me chamar:
- Hei Bulma! Mas que diabos está
pensando? Você não ouviu... – parou de
falar repentinamente percebendo o
meu estado lamentável. Vegeta se aproximou de mim, ajoelhou-se na minha frente:
- O que está acontecendo com
você? Que cara é essa afinal?
- Vegeta!Eu não consigo me
lembrar de nada! Quero dizer, meus conhecimentos foram todos embora. Tudo que
eu sei se foi... Agora o que vai me restar quando minha beleza se for ? Pensei
que minha genialidade compensaria a minha velhice, mas tudo se foi. - Disse
nervosamente para ele. – Daí diário, cedendo à minha fragilidade a aquela
situação que parecia um terrível pesadelo, comecei a lacrimejar. Nervosa,
agarrei uma mecha da minha franja com meus punhos fechados, dando a sensação de
que iria arranca-la da minha cabeça. Eu estava desesperada, pois a minha
situação era realmente alarmante. Imagine uma garota como eu que não é qualquer
uma, passar por tal coisa? Oh Kami! Não dava para manter a cabeça fria, não é
verdade?
Vegeta me olhava com os olhos arregalados
e eu continuava a falar sem parar:
-Temos que voltar agora Vegeta. Preciso
de um médico... O que está acontecendo comigo? Será que estou sendo castigada
por ser tão brilhante? Oh! Vegetaaa! – Levantei-me bruscamente fazendo com que ele tombasse para trás. – Responda - me com sinceridade: você ainda vai
gostar de mim ? Eu ainda sou linda, não sou? - Olhei para ele e ele estava
indignado. Portanto me passou pela cabeça, de uma forma insana, que eu havia
ficado feia de uma hora para outra. Desesperada, entrei no banheiro rapidamente
á procura do espelho, repetindo:
- Não sou,Vegeta? Ainda sou
linda? Não sou? Não sou? - Olhei para o espelho e eu ainda estava linda.
Verifiquei meu rosto e meu corpo dizendo em voz alta: - Meu rosto está bem –
apalpei meu busto. - Aqui tá ok, meu bumbum está ok- apalpei-o. - Minha boa
forma está... Mas a genialidade... AHHH! Kami, o que eu faço? – Chorei baixinho.
Estava completamente fora de mim,quando de repente senti Vegeta se aproximar por de traz, me virar para ele e me sacudir estupidamente gritando irritado:
Estava completamente fora de mim,quando de repente senti Vegeta se aproximar por de traz, me virar para ele e me sacudir estupidamente gritando irritado:
- ARGG!!CALE-SE MULHER! ESTÁ ME ENLOUQUECENDO!VOCÊ ACHAQUE É SÓ VOCÊ QUE ESTÁ COM PROBLEMAS? OLHE PRA MIM .PERDI TODA A MINHA FORÇA E MEUS PODERES. DEIXE DE SER MIMADA E TRATE LOGO DE SE RECOMPOR.
Foi então que dessa vez notei Vegeta de verdade.
Estava tão preocupada comigo mesma que nem havia percebido que o pobrezinho
estava todo machucado. Cai de joelhos no chão. Respirei fundo,tentando
assimilar o que ele acabara de me
dizer.Então consegui me acalmar um pouco. Ele mais uma vez se ajoelhou na minha
frente e continuou dizendo:
- Escute com atenção. Eu não sei
o que está acontecendo. Da ultima que estive aqui estava tudo normal. Então precisamos
descobrir logo que está havendo. Entendeu-me Bulma. Tsc!E pare de ficar
repetindo essa asneira toda de beleza que isso só me faz ficar irritado. Levante-se!
Eu me levantei e fomos para o
sofá. Cruzei meus braços, e não olhei para ele. Estava chateada por aquele modo
estúpido de me chamar atenção.Mas também estava preocupada :
-O que aconteceu com você? Por
que está machucado?- Perguntei olhando para o lado:
- Não seja infantil Bulma! Queria
que fizesse você voltar a si com beijos e abraços? Não há tempo para essas
coisas imbecis.
- Tá bom, tá bom. – eu disse
nervosamente – Vai ficar me dando sermão ou vai me dizer logo o que aconteceu
com você?
-Hunf! Irei dizer se olhar
para mim e deixar de ser metida e insolente. Não é hora para isso Bulma. – Ele
disse num tom sensato. Olhei para ele, pois ele estava certo e além do mais
,tudo que eu fazia ,soava a burrice para mim mesma.
-Apesar da sua grosseria, eu compreendo. Então me
conte tudo e depois cuidaremos desses ferimentos. –Eu falei para ele mais
calma.
-Está certo. – Firmou a voz
e começou :
– Bem, depois que te deixei ,fui tentar
rastrear a pessoa que roubou o animal. Eu já estava confuso em não conseguir sentir
o ki do ladrão. Sobrevoando as ilhas consegui avistar um vulto dentre a floresta
abaixo de mim. Aterrissei e ouvi passos. Segui o barulho ferozmente, obstinado
e encontra-lo, mas não foi preciso muito esforço, pois ele estava me esperando.
Aquele homem estava parado ,encostado em
uma árvore... A caça estava jogada ao chão. Ele era um cara alto, negro e fisicamente
forte, vestia uma capa marrom com um capuz que cobria um pouco do seu rosto e em
seu peito direito havia um símbolo
estranho. Antes que eu pudesse dizer alguma coisa a aquele verme insolente, ele
sorriu e me disse: “- Você veio atrás disso? - olhou para o bicho morto com
desprezo. “- Ham ...Se
conseguir levar de volta, pode ficar com ele. Eu já consegui o que queria. - Antes mesmo que eu pudesse
ter algum tipo de reação, ele simplesmente sumiu da minha frente. Aquele
imbecil simplesmente evaporou!Eu o procurei em toda parte. Mas não achei
nada!Até que resolvi voltar ao local onde o encontrei. Foi ai que
aconteceu...Eu estava sobrevoando aquela
parte e de repente senti minhas forças se esvaírem ,fui perdendo altitude ,mas
por sorte as árvores amorteceram a minha queda.Cai e perdi a consciência.Não
sei quanto tempo fiquei desmaiado.
Quando acordei, já estava quase escurecendo e com dificuldade encontrei o caminho de volta, e ainda tive que andar. Droga! Pergunto-me como vocês terráqueos são tão limitados em não saber voar.
Quando acordei, já estava quase escurecendo e com dificuldade encontrei o caminho de volta, e ainda tive que andar. Droga! Pergunto-me como vocês terráqueos são tão limitados em não saber voar.
No mais, agora chego aqui e você
está com o mesmo problema... Alguma coisa está acontecendo Bulma!Não podemos ir
embora do jeito que estamos. Você me entendeu?
Vegeta estava muito sério e
euzinha assustada. Ele estava certo, não podíamos deixar as coisas como estavam
e simplesmente correr de volta pra casa. Mas eu não sabia o que fazer e nem por
onde começar. Eu poderia ter perdido a minha genialidade, mas isso não me
impedia de ter algumas ideias:
- Vegeta... Eu trouxe a capsula
79 que é uma aeronave. Você saberia pilota-la? Eu me esqueci como se faz... Poderíamos
tentar encontrar alguma coisa, algum lugar onde esse homem misterioso possa
estar. Ele pode estar por trás disso que está acontecendo conosco.Não acha?
- Por acaso essa aeronave
tem algum tipo de manual?
-Sim. Você pode aprender
rápido, pois eu no momento estou sem condições. Você conseguiria?
-Hunf! Mas é claro que sim.
O que acha que sou?Alguma espécie de idiota?Já pilotei naves espaciais antes.
Em que uma simples aeronave poderia ser tão complicada?
- Não sei. Diga-me você. - Respondi
mostrando lógica no meu tom de voz – Vou pegar a capsula. Daí você dá uma
olhada nela e no manual que fica no próprio painel de controle.
Ele sorriu torto pra mim me
observando abrir o estojo de capsulas. De repente me deu um embrulho na estômago,
olhei aquele pequeno objeto em minhas mãos e perguntei para ele:
Ele me respondeu calmamente,
acho que com a intenção de não me deixar constrangida.
-Aperte esse pino que fica
na cabeça da capsula, jogue-a no solo a uma distancia segura para você não se
machucar. Ela se abrirá.
- Ok! Acho que isso não dá
para esquecer até que eu limpe seus machucados, não é? Perguntei observando seu
corpo ferido.
- Eu não sei. – Respondeu
Vegeta encabulado e como de costume desviando o olhar.
Então diário, enquanto vegeta tomava um banho.Comi
alguma coisa para me fortalecer, apesar de estar sem um pingo de apetite.
Fiquei surpreendida com a calma dele,
mas sei que por dentro ele deve estar muito preocupado por ter perdido seus
poderes.Podia ver em seus olhos. Confesso que até me senti um pouco
envergonhada pelo meu pânico, pois ele estava ali, forte e de cabeça fria, mas
por dentro sei que estava com medo e dúvidas.
Assim que ele saiu do banho, cuidei de suas
feridas, depois ele foi preparar um lanche e enquanto isso, fui para fora abrir a capsula. Observando a
aeronave, depositei minhas esperanças nela. Então fechei os olhos e rezei para
que resolvêssemos esse problema o mais rápido o possível...
Sim! Bulma estava certa. Por dentro Vegeta estava alarmado
e totalmente assustado. Só que seu orgulho não permitia se mostrar dessa forma.
Ele ligou a ducha e deixou a água fria molhar sua cabeça sem piedade. Sentiu
seu corpo patético e frágil estremecer e isso lhe causou uma repulsa tão forte
que chegou a vomitar. Ele entedia Bulma e concluiu que da mesma forma que ele
sentia seu corpo daquela maneira, ela sentia seu cérebro. Percebeu o quanto os
dois eram parecidos e naquela situação ambos estavam sendo privados dos atributos daquilo que lhes diferenciam dos
demais : conhecimento e poder.Estava determinado a resolver toda essa confusão,
pois se não conseguisse, preferiria morrer . Imaginou-se voltando para a terra,
fraco e impotente, tendo que
encarar todos aqueles vermes. Ele rangeu
os dentes de raiva. Não teria mais como
enfrentar os androides , seria apenas um telespectador inútil
, vendo Kakaroto e seus amigos idiotas lutarem e até mesmo vencerem
aquelas sucatas.Seria uma terrível humilhação.Certamente preferia a morte.
Se
recompondo de quase um surto de pânico, ele saiu do banho. Bulma estava o
esperando para lhe fazer os curativos. Seu corpo estava muito dolorido.
Vegeta
sentiu as mãos delicadas daquela mulher
o tratarem com carinho.Percebeu que ela ás vezes hesitava ,mas deduziu
que a mente dela falhava até com as pequenas coisas, e ela não sabia bem o que
fazer. Bulma estava triste e assim como ele se sentido aleijada, impotente e
insegura. Ela tremia com medo de que ele percebesse que ela não estava conseguindo
fazer um simples curativo. Então, pela primeira vez, ele a entendeu por
completo, pois sentia o mesmo. Num gesto instintivo, Vegeta apertou a mão de Bulma,
mostrando-se cúmplice e solidário aos seus sentimentos.
Depois de
terminado os cuidados com os ferimentos do seu corpo, ele se esforçou para
comer alguma coisa. Bulma havia saído para abrir a capsula enquanto ele se
alimentava. Um tempo passou e ele percebeu que ela estava demorando a chama-lo
e por isso pensou que ela poderia ter piorado e se perdido na repentina
ignorância que a consumia.
Saiu pela
porta escondendo uma preocupação que não admitiria a ninguém.
A capsula estava aberta. Ela não estava por ali, então
entrou na aeronave para procura-la, e nada. Ele chamou por ela:
-Bulma! Bulma! Onde diabos se meteu...?
Nenhuma resposta. Procurou na praia e ao redor do
acampamento, mias uma vez , nada. Foi então que Vegeta percebeu que Bulma havia
sumido, ou melhor, ele percebeu que ela havia sido raptada.
E agora Vegeta?
CONTINUA ...
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Gravador amigo? Hunf! MAS QUE BOBAGEM! Tsc!
O Diário de
Bulma
Capítulo 36
Gravador
amigo?
Hunf! MAS QUE BOBAGEM! Tsc!
Hunf! MAS QUE BOBAGEM! Tsc!
A vida
para Vegeta tornou-se muito diferente. A mudança veio como uma avalanche que a princípio
o sufocou, porém agora ele estava aceitando sua nova condição de vida e seus
novos sentimentos, apesar de ainda permanecer em si algumas dúvidas.
Bem, no momento a única dúvida que
Vegeta possuía era o porquê de não encontrar o animal que pretendia caçar. De
repente pensou que não estava mesmo a fim de caçar coisa nenhuma. Dane-se! Ele
se sentou em uma convidativa rocha em meio ao mato curto, tirou o pequeno
Gravador de dentro do bolso, e simplesmente, sem hesitar ou pensar que poderia
estar fazendo papel de idiota, começou a gravar:
“Eu estava pensando em como pude me submeter a
comer aquele macarrão horrível. Mas que diabos! Eu senti uma súbita vontade de
dizer a ela e deixar bem claro o quanto seu macarrão estava péssimo e o quanto
eu estava quase começando a ficar enjoado, mas daí algo inútil aconteceu: eu
olhei para os olhos dela que refletiam uma espécie de ansiedade patética,
esperando alguma resposta positiva da
minha parte em relação à comida que ela havia preparado pra mim. Eu
simplesmente disse que estava bom...Comi aquele macarrão tentando disfarçar para que ela não
desconfiasse o quanto ele estava ruim e eu consegui fazer esse sacrifício
pensando na boa vontade dela em me alimentar. Mas que coisa idiota! Em outra circunstância
eu simplesmente diria a verdade, e eu gostaria de ter dito a verdade, mas não,
eu tive que ser um imbecil sentimental. Ela me tira de mim...( pausa)
E pensar que quando acordei
pensei em acordá-la para que fizesse algo para eu comer.Ainda bem que a deixei
dormindo e como dorme essa mulher.
Sabe , a coisa toda é que eu
fico louco quando viajo naquela nave apertada, mas quando viajo sozinho ,
treino, mas com Bulma aqui seria perigoso acontecer algum tipo de acidente e ela
morrer. Como morrem fácil esses terráqueos. Hahahahhahaha! São mesmo uns insetos.
Já que não tinha droga nenhuma para fazer, resolvi beber vinho e até agora eu me
pergunto o porquê de eu ter abastecido a geladeira com essa m... toda. Em vez
de ficar se indagando sobre a questão, abri logo a garrafa e entornei.
Ando pensando em umas formas de treinamento e
preciso cumprir essas metas, mas por agora não preciso me preocupar com isso,
pois Bulma vai me ajudar. Isso me é muito conveniente.
Tempo depois ela finalmente acordou
e veio até a mim, sentou-se no meu colo... Como se estivesse adivinhando meus
pensamentos, ela disse que estava preocupada porque eu não estava treinando.
Poderia dizer que é pura bobagem, mas quando levo em conta o fato de ela parecer
saber o que eu estava pensando, fico indignado .
Sugeri um jogo a ela... Um jogo de
perguntas e respostas. Uma vez que Bulma enche a cara pra valer, pensei que
seria fácil arrancar alguma coisa dela, coisas que têm me deixado curioso, coisas
inúteis e sem sentido e que não me levam a nada, mas que me deixam em dúvida. Eu
não consigo acompanhar a disposição que ela tem para a bebida e quando bebo
fico mais... Mais... AFF! Nem sei que termo poderia usar para descrever o
quanto fico vulnerável com isso... Mas que *&%$#! Portando, troquei logo o
vinho por suco de uva e ver a ver jurando que eu estava entrando naquela onda
de “entornar todas”, deixou isso divertido, até que ela descobriu tudo.
À medida que falava ao gravador, Vegeta
percebeu que ficava mais leve.Esse gesto antes repugnante agora havia se
tronando uma espécie de desabafo ou terapia? Talvez! A única coisa que se sabe
é que ele estava disposto a falar, mas é claro que até certo ponto. Depois que
voltasse para terra abandonaria o maldito gravador, ou melhor, o destruiria.
Sentido-se melhor
,Vegeta pausou a gravação, deu um leve
suspiro e voltou a falar:
Vegeta desligou o pequeno aparelho e decidiu
para por ali não pensando muito na ultima frase que gravou para não se sentir arrependido,
apenas mudou o rumo do pensamento se perguntando o que iria fazer já que não ia
mais caçar. Já estava na hora de voltar e ver se ela estava bem. Assim, ele
saiu voando deixando o lugar.
***
Humilhado
Uns dias
antes do aniversário de Bulma, Oolong estava sentado em um kiosque do jardim tomando
um refresco no final da tarde de de um dia de calor. Ele
se assustou de repente quando percebeu que Vegeta havia se sentado ali perto
com uma lata de energético na mão e uma
toalha branca pendurada no pescoço.
toalha branca pendurada no pescoço.
A pobre criatura, Oolong, ficou
desconfortável com a presença do sayajin e decidiu sair de fininho, até que ao
se virar, foi parado por uma voz firme e arrogante:
- Aonde pensa que vai porco? Como
você ousa sair daqui só por que eu cheguei ?
Oolong estremeceu:
- É... Eu só achei que queria...
Talvez... Fi... Ficar sozinho.
-Não tem vergonha seu verme? Olha
como treme. Não me diga que está com medo que
eu o mate? - Gargalhou o sayajin com vontade e tamanho
sarcasmoue Oolong começou a se
sentir humilhado.Obtendo forças da sua raiva que surgia diante da arrogância e
a superioridade do príncipe ,ele reuniu
forças e gritou alto:
- Por que você não me deixa em
paz? Você se acha legal, mas você é um cara muito chato. Ninguém gosta de gente
assim. Só aquela bruxa da Bulma que ficou insuportável depois que começou a
andar com você!
Vegeta estava se divertindo com aquilo. No fim
das contas, ele pouco se importava com os sentimentos daquela criatura que para
ele não passava de desprezível. Então ele se aproximou de Oolong devagar, olhou-o
com olhar desafiador e disse debochado:
- Então depois dessas asneiras
que acabei de ouvir eu só posso concluir que você é um imbecil suicida. Então
eu vou te matar. AHAHAHAHAHHAHAHAHA! – Gargalhou mais uma vez Vegeta, quase que
histericamente. Oolong não se deixou levar pelo medo, mais uma vez deixou-se
envolver pela raiva:
- Eu não sou nenhum suicida.
Saiba você que tenho amigos de verdade. Eu não vou terminar sozinho no futuro
como você!
Vegeta o olhou com desprezo e
sorriu chegando mais perto de Oolong. Parou em frente a ele com seu ar de
superioridade, olhou para baixo e disse:
- Tcs! Futuro?! Hahahaha!Tolo! O
único lugar que vejo você no futuro é assado, bem temperado e tostado, com uma
maça nessa sua boca grande. Só assim sua vida teria algum sentido pra mim!
Hahahahahhahahahahahahahahhaahahahahaha! – Dessa forma Vegeta saiu gargalhando
como um louco, se divertindo à custa de Oolong, que por sua vez, chorou se
sentindo humilhado.
Lembrando-se desse acontecimento, Oolong
cochilou na esperança de vingar tamanha humilhação.
Não estamos sozinhos
Querido diário. Vegeta estava demorando
muito a voltar da sua caça e eusinha não aguentava mais ficar esperando. Aquele
planeta estava muito quente, eu pensei em dar um mergulho, mas pensei na
possibilidade de haver alguma criatura na água, não é mesmo? Eu realmente não
tenho muita sorte com essas coisas mesmo, então achei melhor prevenir do que remediar.
Eu não tinha nada o que fazer, a não ser esperar. Sentei-me em uma cadeira do
lado de fora e fiquei olhando a paisagem. Já estava entediada quando ouvi um
barulho estranho vindo das árvores. Parecia um galho seco sendo pisado, algo assim...
Mas eu me senti observada e isso me incomodou. Achei estranho, mas deixei logo
de lado, pois pensei na possibilidade de ser algum animal. Nesse momento,
Vegeta aterrissou bruscamente na minha frente jogando sua enorme caça morta, que
parecia uma espécie de javali bem nos meus pés. Pobre de mim! Levei um susto
tão grande que gritei caindo pra trás.
- Ficou maluco Vegeta? Você me
assustou, tá sabendo?
- Hunf! Percebe-se. – Disse debochado.
– Veja só, eu estava desistindo de caçar quando o avistei bem perto de um
pequeno rio. Ele está bem gordo, não?
Olhei aquela pobre criatura morta no chão e
fiquei com pena. Pensei por um instante em perguntar como Vegeta o havia matado,
mas não foi preciso:
- Apesar do tamanho, foi fácil
quebrar a pescoço dele. Simples, com apenas um toque. Tsc! Criatura estúpida,
mas a carne é boa. Acho que você vai saborear Bulma, cada pedacinho dele. Não é?
- Riu com ironia ao me perguntar isso. Não consigo deixar de me surpreender com
a crueldade de Vegeta em relação à vida alheia e a facilidade que ele tem
tirá-la. Mas eu realmente não iria ficar pensando nada sobre isso. A única
coisa que me vinha á cabeça foi um jeito de sair dali antes que ele começasse a
cortar o bicho na minha frente:
- Escuta Vegeta. Essa praia não
tem nada perigoso na água não é?
- Eu não sei se ainda tem. A ultima
vez que estive aqui andei matando algumas serpentes marinhas gigantes.
Ai não, eu não ia arriscar entrar
sozinha naquela água. Eu estava morrendo de vontade de me refrescar e para
piorar a caça de Vegeta estava cheirando mal, o que me enjoou completamente. Percebendo
a minha certa indisposição, Vegeta se aproximou de mim e disse :
-Hei Bulma. Vem aqui. - Me puxou
juntando meu corpo ao dele e se agarrando de uma forma gostosa a minha cintura.
Ai que lindo! *.* Ele sussurrou: - Vou te levar para um passeio como o prometido.
Depois cuidamos da nossa refeição. - Disse começando a levitar comigo. E
eusinha só curtindo esse carinho repentino. Ai diário, eu só não gostei do “cuidamos”.
Imagine, uma dama linda e refinada como eu assando um animal selvagem para
comer? Não dá, não é mesmo? Segurei-me em seus ombros e ele me ajeitou em seus
braços e subimos ao céu daquele lugar lindo. Finalmente ele estava sendo romântico.Estava
demorando ...
Vegeta me mostrou os lugares por
onde andou e me contou algumas formas de treinamento que ele usou naqueles
lugares. Ele é muito inteligente, não é átoa que fazemos um casal e tanto. Cheguei
a pensar se ele pensa o mesmo... Acho que sim, afinal não sou qualquer garota.
Vegeta me levou a um lugar lindo. Nesse lugar havia uma cachoeira exuberante. Quando
ganhamos o solo, ele foi logo tirando a camisa:
- Estou indo mergulhar. Você vem?
Fiquei parada olhando para ele e
não respondi nada. Apenas tive uma ideia ( corada).Ele mergulhou sem me esperar
e quando emergiu me procurou pensando que eu já estava na água., me olhou
irritado e perguntou:
- Ora Bulma. O que há?
Então eu olhei para ele e sorri:
- Hunf...Que saber ? Vou nadar nua.
Vegeta começou a ficar vermelho, mas com
aquele sorriso torto. Quando fiquei completamente nua andei delicadamente até a
margem e mergulhei em direção a ele. Emergi bem á sua frente e ele estava
gostando daquilo, tanto que me beijou bruscamente. Como aquela vez da piscina,
algo que eu nunca esqueço, brincamos como dois adolescentes na água. Depois com
muito entusiasmo fizemos amor mais uma vez. Esquecemos o tempo até que já
estava na hora de voltarmos. Quando estávamos quase chegando ao nosso acampamento,
resolvemos caminhar um pouco. Sem grosserias, sarcasmo e arrogância ele
conversou comigo na volta. Pela primeira vez me falou um pouco sobre seu pai, o
rei Vegeta e algumas memórias que tinha sobre a sua mãe que não era como ele
disse, como as mães terráqueas que enfraqueciam seus filhos com tanta proteção.
Engraçado ele querer tocar nesse assunto voluntariamente, mas já que ele estava
tão disposto a falar nisso, me contive em não colocar o meu ponto de vista
sobre o assunto. Tenho certeza que acabaria em briga.
Enfim chegamos e eu já estava disposta a experimentar o assado selvagem do
meu príncipe, até que percebemos que o animal havia desaparecido. Eu e Vegeta
nos olhamos com um baita ponto de interrogação um para o outro e em seguida corri
meus Olhos para o chão e Vegeta me acompanhou com surpreso ao
perceber que havia pegadas nos montes de areia e terra entre o mato. Foi então
que percebemos que não estávamos sozinhos.
Continua...
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Comentários
Pessoal, senão for pedir muito, peço que deixem comentários. Preciso deles para saber o que estão achando. Isso é muito importante.. Desculpem-me por demorar a postar mais capítulos, mas eu não tenho muito tempo,agora estou tentando ir mais rápido. Portanto peço a colaboração de vocês e agradeceria muito.
Obrigada
Obrigada
Capítulo 35 Oolong - Recomeço Esperado - O Planeta Paraíso
Diário de Bulma
Capítulo 35
Oolong
Recomeço esperado
Ah!Sra.Briefs... É incontestável
que ela seja uma excelente anfitriã, mas isso não a impediu de se colocar em certa
confusão a qual Bulma tanto a alertou. Veremos isso mais tarde. Por enquanto,
ela utilizava suas habilidades de anfitriã com a doce e tímida Lince e Oolong a quem tanto gosta.
Na imensa sacada da Corporação
Capsula, encontrava-se uma mesa farta com um exagero de doces, pães, sucos e chás,
sem contar com as variedades de tortas e pudins. À mesa estavam os três
sentados conversando: Oolong tomava um suco de laranja natural e comia um
sanduíche de mussarela, pois presunto era contra seus princípios.
Lince estava pensativa, tomando
um chá e ouvindo e não ouvindo a Sra. Briefs.O porquinho vendo-a distante, pergunta:
-Lince, você está pensando no pai do seu bebê?
Ela o olhou espantada,
reparando a certa indiscrição dele:
- Na verdade estava pensando quando Bulma irá voltar.
A Sra. Briefs disse encorajando a
moça:
-Não se preocupe Lincesinha. Bulma não deve demorar a voltar. Com
certeza ela deve entrar em contato comigo mais tarde e perguntarei a ela. No
mais, querida, se divirta. Tenho muitos lugares bonitos e interessantes para te
mostrar e lugares esses frequentados por lindos rapazes, fortes , sensuais e...
Oolong interrompeu o devaneio
dela:
-Eu não consigo entender essa louca relação entre a Bulma e o Vegeta. Eu
bem desconfiava que estivesse rolando algo entre eles. Como Bulma pode ficar
com um homem ruim, cruel, assassino e...
A Sra. Briefs, percebendo que
Oolong estava se excedendo nos adjetivos e percebendo os olhos de Lince cada
vez mais arregalados, tratou logo de intervir:
-Ora Oolong!Deixe de bobagens querido. O que está dizendo não tem
sentido. Vegeta é tão bom e bonito. –
Disse ela abrindo suas pálpebras que são quase fechadas para colocar um olhar significativo em cima do
porco falador.
Percebendo, Oolong mudou de assunto, mas diga-se
que esse novo assunto não se saiu menos inconveniente como o de antes:
- Ei Lince, casa-se comigo.Eu cuido do seu bebê como se fosse meu.Daí compro uma casa bem luxuosa para morarmos, construo até uma academia para
você voltar à forma depois que tiver a bebêzinha .Agora que vou
terminar meu curso ,vou ter a possibilidade de ganhar muita grana.
Lince sorriu sem graça:
- Você é muito gentil Oolong, mas eu não estou preparada para ter outra
relação agora. E além de tudo, vou cuidar da minha menina sozinha. Eu me
decidi.
Ela baixou a cabeça com ar tristonho.
Estava se lembrando de Dermon. A Sra. Briefs tentando animá-la, sugeriu um
passeio ao um dos shoppings da Capital, onde tem muitas lojas de roupas e
acessórios para bebês.
Naquele momento o celular do
porquinho toca, ele pede licença e vai para um lugar mais reservado
atender:
- Alô ?
-Alô!Oolong ?Aqui é o mestre Tofu.
-Mestre! Estava esperando a sua ligação. Estou muito ansioso para
terminar meu curso de transformação.
O mestre Tofu foi um dos professores de
Oolong na academia no jardim- de- infância. Sabe-se bem que o porquinho é um
antropomórfico e pode mudar a sua forma,
mas ele foi expulso da academia por usar suas habilidades para fins egoístas,
fúteis e extramente pessoais, como roubar a calcinha de sua professora, um dos
motivos de sua expulsão. Agora ele quer completar esse curso custe o que custar,
pois desde a época, ele não consegue manter sua transformação por mais de 5
minutos.
Tofu conversou com
Oolong e fez com que ele prometesse não mais usar sua transformação para a
perversidade e em troca, lhe ensinaria a manter mais tempo a sua transformação.
Não pensem que o porquinho voltará para a academia. Esse curso será particular
e o mestre lhe ensinará somente isso, pois por mais que Oolong chorou e
implorou para que ele continuasse seus estudos, o mestre Tofu concordou apenas
em lhe ensinar o necessário. Nada mais, além disso.
- Oolong, vamos começar amanhã as aulas. Mas para isso preciso que
fique um tempo em minha casa. Já estou velho e não tenho ouro lugar que possa
te ensinar. Por isso terá que passar um tempo comigo e assim fico de olho em
você , mas se você pisar na bola meu filho, eu paro o curso imediatamente. Estamos
de acordo ?
Oolong sorriu com malicia, pois é
claro que ele estava tramando algo. Mas ele fingiu muito bem, pois mentir era
fácil para ele:
- Mestre, por favor. Não me relembre do meu passado vergonhoso. Eu
gostaria muito de resgatar a minha dignidade. Quero recomeçar a minha vida!Uma
vida nova! Isso é tão reconfortante para mim.
-Eu entendo meu filho. –Disse o mestre penalizado com o apelo
emocional de Oolong, mas ao mesmo tempo mantinha-se cuidadoso em relação ao porquinho,pois sua fama ,sabe-se bem, nunca foi a das melhores. -Por isso vamos começar rápido. Espero você aqui em casa para
começarmos imediatamente. Mas não acredite que terei somente a sua palavra como
crédito. Tenho um documento que você terá que assinar. Se por acaso desobedecer
qualquer cláusula que esse documento contém, será preso de acordo com a lei e
nunca mais poderá exercer sua habilidade.
Oolong irritou-se, mas manteve-se no papel
de arrependido. Ele realmente não contava com esse empecilho. Teria que pensar
em algo para sumir com o documento. Oolong disse ao mestre com calma:
-Sim Mestre. Eu compreendo perfeitamente. Eu realmente não fui um bom
garoto, né? Mas eu assino se é isso o
que deseja.
-Sim, sim meu filho, você foi terrível. Meu advogado estará aqui e irá
lhe orientar sobre qualquer dúvida que tiver.
-Seu advogado?!
-Exato. O nome dele é Mauricio, um rapaz muito bom.
Quando Oolong ouviu sobre o advogado ele se lembrou daquele nome. Seria o mesmo
Maurício que estava saindo com Bulma ?Se caso fosse, isso seria conveniente, pois
até onde ele sabe, Vegeta deu uma surra no Maurício, mas desconhece a razão,
mas sabia que tinha a ver com Bulma.
Oolong havia se encontrado com Maurício por acaso na rua dias depois do aniversário de Bulma. Ele estava todo enfaixado, com os braços quebrados e a perna direita fraturada. Uma enfermeira muito bonita o levava na cadeira de rodas até o seu veículo. O porquinho ficou entusiasmado com a beleza daquela moça e por alguns segundos pensou em como o filho da mãe podia ter tanta sorte na vida por ter dinheiro ,beleza e uma enfermeira daquelas. Ele então foi cumprimentá-lo:
Oolong havia se encontrado com Maurício por acaso na rua dias depois do aniversário de Bulma. Ele estava todo enfaixado, com os braços quebrados e a perna direita fraturada. Uma enfermeira muito bonita o levava na cadeira de rodas até o seu veículo. O porquinho ficou entusiasmado com a beleza daquela moça e por alguns segundos pensou em como o filho da mãe podia ter tanta sorte na vida por ter dinheiro ,beleza e uma enfermeira daquelas. Ele então foi cumprimentá-lo:
-Ei Maurício!Quanto tempo! Por que está tão ferido?- Disse medindo o
corpo escultural daquela profissional da saúde, mal olhando para Maurício, que
por sua vez, não gostou nada de ter encontrado aquele porquinho amigo daquela
mulher ingrata a quem ele tanto se esforçou para agradar e não receber nada em
troca, ou melhor, ele recebeu foi uma grande surra e foi abandonado numa
estrada deserta. Sorte que seu celular estava intacto e ele, com muito esforço,
sozinho na escuridão, pôde ligar para a emergência.
- Você?! - Disse irritado. – O
que quer seu maldito? Não vai me dizer que
não sabe o que aconteceu?
Oolong o olhou confuso e nesse
momento reparou que a cara de Mauricio estava inchada, cheia de hematomas.Ele sabia que aquilo era uma obra de Vegeta, mas continuou se fazendo de bobo.
-Me desculpe, mas realmente eu não sei o que aconteceu. Não me vai dizer que entrou
numa briga ou se acidentou? - Perguntou curioso, envolto à pensamentos debochados.
-Aquele homem chamado Vegeta me agrediu do nada. Aquele... Aquele...
– Maurício não conseguia falar, pois se exaltou demais e seu rosto estava dolorido.
Uma lágrima escorreu dos seus olhos verdes e ele começou a chorar como uma criança.
Prontamente a enfermeira foi ao seu socorro:
- Senhor Maurício, fique calmo, por
favor. - Ela tirou de seu bolso uma caixinha de comprimidos e lhe deu um. Oolong
percebeu que era um calmante muito forte chamado Lexasan, usado como
antidepressivo para pessoas que sofreram de grande trauma.
-Nossa!A coisa deve ter ficado feia mesmo. Você deve ter apanhado aos montes.
Ainda bem que ele não te matou, não é verdade? Hehehe!
Devido ao comentário
inconveniente e a risadinha maldosa no final da frase, Maurício gritou aos
prantos:
- CALE-SE SEU IDIOTA E SAIA DA MINHA FRENTE. AI... AI... AI... AI...
AI. - Gemia o advogado dolorido. A jovem moça olhou com olhar de desprezo
para o porquinho reprovando a sua atitude sem senso. Assim, ela empurrou a
cadeira de rodas seguindo em frente, deixando Oolong para trás.
Enfim, nessa lembrança, agora tão preciosa, ele
teve uma ideia e a guardou para si.
Então, ele concordou com seu
mestre e rapidamente arrumou suas coisas. Foi até Lince e à Sra. Briefs afim de se
despedir:
-Lince, Sra. Briefs. Vou terminar um curso que comecei e estou indo
viajar.
-Mas tão rápido Oolonguisinho? Você não vai mais passar um tempo
conosco? Oh! É uma pena. Tinha tantos planos para o fim de semana. Agora são só
nós três Lince: eu, você e meu marido.
Oolong sorriu feliz. Ele também
gostava muito da Sra. Briefs, pois ao contrário dos demais, ela sempre o tratou
bem o tempo inteiro, mimando-o de uma forma que ele sempre gostou, lhe dando
tudo nas mãos a qualquer hora que ele precisasse. Ambos até adquiriram uma
forma peculiar de se tratarem algumas vezes com carinho. Como por exemplo, ele
a chamando-a de mãesinha:
- Não se preocupe mãesinha. Eu vou voltar para a senhora. Não vai
demorar, são somente alguns dias.E Lince ... - Virou-se para a moça. – Aquele lance de ficarmos juntos, não ia
dar certo mesmo. Eu sou um cara muito livre, tenho as minhas ambições. Um beijo
pra você gatinha. Vejo você por ai. – Piscou e saiu eufórico até a saída.
Lince, por sua vez, achou tudo muito esquisito naquela casa, mas não disse
nada, pois se sentia bem ali.
O Planeta Paraíso
Era exatamente meio - dia quando
eu e Vegeta acordamos com o alarme da nave nos avisando da nossa chegada.
Vegeta estava com a cara amassada e claramente de ressaca. Sem ao menos temos
tempo para nos preparar para o dia, fomos imediatamente para nossas poltronas
perto do painel de controle e colocamos nossos cintos de segurança para a
aterrissagem.
-Está preparada
Bulma? Agora você vai ver o planeta de que tanto te falei e vai entender a
minha empolgação.
Engraçado, eu imaginei que Vegeta
iria acordar de mau humor, mas me enganei. Olhei para ele e ele estava sorrindo de forma ansiosa . Eu também estava ansiosa e feliz, não é mesmo? Mas é claro que e eu tinha que
estar, pois não é todos os dias que Vegeta está disposto a dividir suas
experiências comigo.
Sorri para ele retribuindo a gentileza de suas primeiras palavras do
dia, que foram educadas e sem grosserias. Não disse nada, pois ainda estava
sonolenta e com dor de cabeça.
A aterrissagem foi meio
turbulenta, mas rapidamente entramos na atmosfera daquele lugar e por mais que eu pudesse imaginar que ali
fosse bonito, foi surpresa ver que ele era ainda mais lindo do que imaginei...
Bem diário, deixe-me descrever aquele planeta: as águas eram de um azul límpido
e transparente, a areia quase branca, fina e macia. Pude senti-la confortavelmente
com meus lindos pés quando os coloquei sobre ela. O planeta não é grande, para
falar a verdade é bem pequeno, cercado de ilhas tropicais por toda a parte. Parecia
formar uma gigantesca baía com uma vegetação exótica e exuberante, cheia de
plantas estranhas, mas belas. Árvores enormes compunham a paisagem de uma forma
única, nunca vista na terra. O céu de um azul quase que escuro cintilavam a
constelação daquele paraíso mesmo ao dia. Fiquei imaginando como seria durante
a noite. Eu estava ali parada olhando o oceano,
Vegeta estava atrás.Me virei para ele e percebi que ele observava com atenção a minha reação perante
aquela beleza toda.Esse Vegeta é cheio de surpresas.Percebi que ele estava tão
satisfeito por me ver animada e empolgada.Ele estava com os braços cruzados
,sentado na rampa da nave.
Bem, sendo eu uma mulher muito inteligente e questionadora, uma dúvida
me ocorreu, então, perguntei a Vegeta:
- Vegeta, não é estranho que esse planeta seja deserto? Ele é bonito
demais para ninguém nunca ter o explorado ou viver aqui. Não acha?
Ele se surpreendeu comas minha
indagação:
-Não seja estúpida Bulma. Eu estive aqui tempo o suficiente para dar a
volta por todo esse planeta e dias suficientes para perceber que ninguém vem ou vive aqui.
Eu não entendi bem na hora, mas a resposta de Vegeta não me confortou.
Mas eu deixei de lado. Senti que estranhamente minha dor de cabeça havia
passado e a ressaca do meu corpo simplesmente desapareceu.
A energia dali era incrível e eu só pensava em colocar um o biquíni desconjuntado que Vegeta colocou na bagagem.Para a minha surpresa ele havia colocado a parte de cima do biquine que eu estava usando no dia em brincamos juntos na piscina aqui de casa . Quanto à parte de baixo, nada a ver... Era de outro biquíni. Me ocorreu que num planeta deserto como aquele nós poderíamos nadar pelados, não é? Hihihihihiih! Comecei imaginar coisas que um casal apaixonado poderia fazer em um lugar isolado do mundo como aquele. Pensei cada coisa e me perdi nesses pensamentos mantendo um sorriso no rosto. De repente senti Vegeta do meu lado e me assustei de leve.
A energia dali era incrível e eu só pensava em colocar um o biquíni desconjuntado que Vegeta colocou na bagagem.Para a minha surpresa ele havia colocado a parte de cima do biquine que eu estava usando no dia em brincamos juntos na piscina aqui de casa . Quanto à parte de baixo, nada a ver... Era de outro biquíni. Me ocorreu que num planeta deserto como aquele nós poderíamos nadar pelados, não é? Hihihihihiih! Comecei imaginar coisas que um casal apaixonado poderia fazer em um lugar isolado do mundo como aquele. Pensei cada coisa e me perdi nesses pensamentos mantendo um sorriso no rosto. De repente senti Vegeta do meu lado e me assustei de leve.
- Vamos ajeitar as coisas Bulma... Aff! Estou faminto.
Vegeta, ao contrário de minutos
atrás ,parecia disposto, sem aquele ar de ressaca. Então perguntei:
- Vegeta, você está bem? Quero dizer... Por acaso está de ressaca?
Ele parecia saber que mais cedo
ou mais tarde eu iria perceber essa nossa melhora física e sorriu do seu jeito
discreto.
- Eu sei o que está pensando Bulma. Vou começar a responder que me
sinto ótimo e que acho que o motivo repentino da nossa melhora física está no
ar desse planeta ou em qualquer outro elemento dessa atmosfera.
Fiquei surpresa e ainda mais encantada, então,
disse a Vegeta que chamaria aquele nosso lugar de Planeta Paraíso. Ele soltou
um “tanto faz” e foi entrando na nave para se arrumar e disposto a ajeitar as coisas .Fiz o mesmo.
Achei uma graça Vegeta me ajudar
a arrumar a bagunça. Guradei a nave na capsula hoi-poi e abrimos a casa em uma clareira entre as árvores a uns
centímetros consideravelmente seguro da praia. Ele vestiu uma bermuda preta e
uma camiseta regata branca com a logo da Corporação. Eu coloquei o biquíni com
uma saia jeans, deixando á mostra só a parte de cima do conjunto.
Depois de tudo arrumadinho, sugeri a Vegeta:
-Vegeta, o que você quer comer ? Vou preparar uma coisa bem gostosa para
nós!
Achei estranha a reação de Vegeta:
-NÃO OUSE COZINHAR PARA MIM OUTRA VEZ! – Disse em alto tom, arregalando
os olhos assustados para mim, depois ele pigarreou e continuou calmo: - Quero dizer...Não precisa se incomodar,
vou caçar um bicho que comi aqui uma vez. Não sei o nome dele, mas é muito
bom.Vamos assa-lo em uma fogueira e temperá-lo com ervas.
Fiquei enojada com aquilo. Eu não
ia comer um bicho estranho de jeito nenhum, mas quando percebi que Vegeta
estava apenas querendo me agradar e me mostrar suas coisas de primata, da
época em que ele viajava por ai no espaço, meu coração me conteve:
- Eeerr!Tá bom! Estou ansiosa para experimentar. - Sorri forçada e
sem graça.
Ele meio que percebeu diário... Me
olhou de soslaio e depois sorriu irônico:
- Fique aqui. Eu não demoro. Vou buscar a nossa comida. Mais tarde, iremos
voar por ai. Não toque em nada que não conheça. – Me alertou e ganhou os céus
do planeta. Fiquei o olhando até ele sumir da minha vista. Até parece uma garota super inteligente e cuidadosa como eu vai sair por ai mexendo em qualquer coisa que não conheça. Odeio quando
ele me trata como uma criança.
Entrei na casa e preparei um ramem
instantâneo para mim, assim, eu poderia comer pouco desse bicho estranho sem
exagero e disfarçar um pouco a ânsia de vômito que talvez eu pudesse sentir.
Fiquei pensando em como ele estava incrível e amoroso
e senti uma felicidade imensa.
Ah Vegeta! Eu te amooooooooooo!
Continua...
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